Abruzzi assume presidência do CNCGMP

Ruben Giugno Abruzzi assumiu a Presidência do CNCGMPEm sessão solene realizada na manhã desta quinta-feira, 10, o Corregedor-Geral do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Ruben Giugno Abruzzi, tomou posse no cargo de Presidente do Conselho Nacional dos Corregedores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União.
 
A cerimônia ocorreu no Auditório Mondercil Paulo de Moraes, com a presença dos Corregedores-Gerais de vários estados e outras autoridades jurídicas do Estado e País.
 
Além de Ruben Giugno Abruzzi, fazem parte da nova Diretoria o Corregedor-Geral do Amazonas, José Roque Nunes Marques, como 1º Vice-Presidente; o Corregedor-Geral de Pernambuco, Renato da Silva Filho, como 2º Vice-Presidente; o Corregedor-Geral do Distrito Federal e Territórios, Carlos Eduardo Magalhães de Almeida, como 1º Secretário; o Corregedor-Geral de Tocantins, João Rodrigues Filho, como 2º Secretário; o Corregedor-Geral do Amapá, Jair José de Gouvêa Quintas, como Diretor Financeiro; e o Corregedor-Geral do Rio de Janeiro, Pedro Elias Erthal Sanglard, como Diretor de Comunicação Social.
 
Ao deixar a presidência da entidade, o Corregedor-Geral do MP de Minas Gerais, Luiz Antônio Sasdelli Prudente, destacou que, após um ano presidindo o Conselho, deixa a entidade com “o sentimento de dever cumprido”. Ele também agradeceu a contribuição dos demais Corregedores-Gerais para com o Conselho e reafirmou que a defesa da autonomia do MP foi uma de suas bandeiras de atuação.
 
Em sua fala, Ruben Giugno Abruzzi destacou a importância da atuação em conselhos. Ele lembrou que, desde a antiguidade, os conselhos existem para que as decisões sejam tomadas “com sabedoria”. O Corregedor-Geral recordou, ainda, os ideais de fundação do Conselho Nacional e também dos pioneiros, citando o ex-Corregedor-Geral do MPRS, Cezar Antônio Rigoni, como um deles. Como metas de atuação, o Corregedor-Geral do Ministério Público gaúcho pretende investir na modernização do Conselho e buscar uma atuação com harmonia com outros órgãos.
 
Por fim, o Procurador-Geral de Justiça do RS, Marcelo Dornelles, destacou que “é motivo de orgulho e honra para o Ministério Público gaúcho” ter o Corregedor-Geral Ruben Giugno Abruzzi na Presidência do Conselho Nacional. “É um reconhecimento à sua história e carreira”, disse. Dirigindo-se aos demais Corregedores-Gerais, Marcelo Dornelles lembrou do importante papel que desempenham na atuação do MP. Segundo ele, em um momento em que o país passa por instabilidade, é necessário que se faça uma reflexão sobre o que a sociedade e o próprio MP espera de si próprio. Conforme o PGJ, o MP também precisa se distanciar de uma burocratização excessiva que impera nos órgãos públicos e atuar ao lado do cidadão, buscando a resolução imediata dos conflitos.
 
Participaram da mesa de autoridades, além de Marcelo Dornelles, Ruben Giugno Abruzzi e Luiz Antônio Sasdelli Prudente; o Secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Cesar Faccioli, representando o Governador do Estado; o Corregedor-Geral do CNMP, Cláudio Henrique Portela do Rego; o Conselheiro do CNMP, Marcelo Ferra de Carvalho; a Corregedora-Geral da Justiça, Desembargadora Íris Helena Medeiros Nogueira, representando o Tribunal de Justiça; os Subprocuradores-Gerais Paulo Emilio J. Barbosa e Fabiano Dallazen; o Subprocurador-Geral da República, Carlos Alberto Carvalho de Vilhena Coelho, representando o MPF; o Defensor-Corregedor Bruno Gil, representando a Defensoria Pública; o Vice-Presidente da OABRS, Luiz Eduardo Amaro Pellizzer; o Vice-Presidente da Conamp, Victor Hugo Palmeiro de Azevedo Neto; o Presidente da AMP/RS, Sérgio Harris; o Presidente da Fundação Escola Superior do MP, David Medina da Silva; o Procurador-Geral do MP Especial junto ao Tribunal de Contas, Geraldo Da Camino; além de outras autoridades jurídicas, Promotores, Procuradores e servidores do Ministério Público.

 
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